Com os casamentos adiados, os eventos sociais e familiares cancelados e as reuniões de trabalho substituídas por videochamadas, a tendência clara em todo o mundo foi a quebra na compra de sapatos, o que atingiu fortemente a indústria de calçado portuguesa, que se especializou em sapatos de couro de alta qualidade — normalmente reservados para grandes ocasiões e ambientes formais de trabalho —, a que corresponde uma grande fatia da exportação.
Reportagem completa do Jornal Público
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