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Marca portuguesa Nobrand abre primeira loja na Colômbia

Marca portuguesa Nobrand abre primeira loja na Colômbia

A Nobrand, marca de calçado do grupo Pedreira, com sede em Felgueiras, inaugura na quinta-feira, a sua primeira loja na Colômbia. Escolheu Medellín e o centro comercial Santa Fé, por muitos considerado o melhor centro comercial da cidade. O investimento de 270 mil euros resulta de uma parceria com o distribuidor local da marca portuguesa, que assegurou 150 mil euros.

Esta é apenas a primeira de uma rede de lojas Nobrand que irá, brevemente, espalhar-se pelas principais cidades colombianas. Sérgio Cunha, responsável do grupo Pedreira, explicou ao Dinheiro Vivo que, no final do ano, abrirá já um novo espaço na capital, em Bogotá, e que, "nos tempos mais próximos", estão previstas mais quatro lojas nas principais cidades colombiana, designadamente em Cali e em Cartagena das Índias.

Sérgio Cunha, que está na Colômbia a participar, tal como mais 13 empresas de calçado portuguesas, na Colombiamoda, em Medellín, acredita que este primeiro espaço será determinante, já que funcionará, também, como showroom da marca, de modo a criar apetência pela Nobrand no retalho multimarca. E permitirá aferir a reação do público colombiano à marca, dado "preponderante" para avançar com as restantes lojas.

"O nosso distribuidor na Colômbia tem uma loja dele onde 80% do que vende é, já, da marca Nobrand. E foi, precisamente, a boa aceitação no mercado - a Nobrand chegou à Colômbia em 2014 e em menos de duas semanas vendeu logo três mil pares de sapatos - que nos levou a apostar na abertura de uma loja", diz Sérgio Cunha. O empresário vai aproveitar a presença na Colombiamoda, para tentar conquistar clientes no retalho multimarca, mas está disponível para franchisar a marca. "Para países tão longínquos, é a maneira mais prática e mais segura de trabalhar", defende.


Na Europa, a Nobrand pretende, em breve, arrancar com um projeto de lojas próprias. "A nossa filosofia é de avançar devagar, devagarinho, mas queremos muito instalar flagship stores nas principais capitais europeias e estamos já à procura de espaços. Tivemos um sítio fantástico no Porto identificado, mas que depois não se viabilizou e desistimos", adianta.

Com mais de 12 milhões de euros faturados em 2014, Sérgio Cunha assume que "o mercado não está tão saudável como isso" e que "há que ter cuidado".

Fonte: DinheiroVivo,27.jul.2015
Data Publicação: quinta-feira, 30 de julho de 2015
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