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Taxa de sucesso no ensino profissional ascende a 63%


No ano letivo 2017/18, cerca 19.500 estudantes do ensino profissional completaram a sua formação. Em 2014/15, tinham sido apenas 15.600. No último ano letivo, 63% do total de alunos inscritos no ensino profissional concluíram os seus cursos no tempo previsto (têm uma duração média de três anos), mais dez pontos percentuais do que quatro anos antes. Segundo um relatório da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), nunca houve tantos alunos a concluir os seus estudos dentro do prazo. O número “tem vindo a aumentar gradualmente”, aponta o documento.

A retenção no ensino profissional tem tido uma “evolução positiva desde há mais de dez anos”, resultando agora na taxa de sucesso mais elevada de sempre, frisa a investigadora da Universidade do Minho Fátima Antunes.

“Os dados revelam melhorias muito significativas no ensino profissional”, defende o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues. Nunca é demasiado sublinhar que a valorização do ensino profissional implica fazer com que esta seja uma via de ensino com a mesma qualidade e em plena igualdade com as demais”, sublinhou  Tiago Brandão Rodrigues, numa nota escrita enviada ao “Público”.

Campanha da CE arrancou
 
Atrair pessoas com menos de 30 anos para que estudem e venham a trabalhar em setores estratégicos para a economia, como o Têxtil, Vestuário, Curtumes e Calçado, é o objetivo da campanha “Open your Mind”, promovida pela Comissão Europeia, através da EASME (Executive Agency for Small and Medium-sized Enterprises) e da DG GROW (Directorate General for Internal Market, Industry, Entrepreneurship and SMEs), que já se encontra na rua.

A campanha aborda jovens à procura de emprego e procura combater os preconceitos, apresentando uma indústria com elevado potencial e que necessitará de 400 ml novos profissionais na próxima década. Para que a mensagem possa chegar de forma eficaz ao seu público-alvo, estão a ser organizadas visitas, encontros e Open Day em escolas, centros de formação e empresas e associações do setor, em que peritos destes setores vão falar sobre as possibilidades de carreira, respondendo também a todas as dúvidas dos potenciais interessados.

“O cluster da moda na Europa emprega atualmente mais de 2 milhões de pessoas e é particularmente relevante. Importa não só preservar postos de trabalho existentes, como atrair uma nova geração capaz”, pode-se ler no comunicado apresentado pelo Comité de direção deste projeto.

As áreas da ITV, calçado e pele são estratégicas na Europa, representando um volume de negócio anual de 200 mil milhões de euros e empregando 2,2 milhões de pessoas (66% são mulheres) em 225 mil empresas.  Em países como Portugal, Itália, Espanha, Roménia e Polónia, têm um peso significativo nas exportações.

Para os mais jovens, “uma carreira nesta área é atrativa não só pela criatividade envolvida, mas também pela possibilidade de, através da criação de soluções inovadoras, contribuir para um planeta mais limpo”.  Acresce que “as tecnologias digitais e o próprio desenvolvimento tecnológico em termos de I&D, produção, divulgação e comercialização dos artigos de vestuário e calçado criaram novos perfis de profissionais, muitos com elevado grau de especialização, tornando-as apelativas, por exemplo, para licenciados”.

Fonte: APICCAPS

Data:2020-01-31    Visualizações: 103


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