Com as exportações em 2016 a crescerem 3,3% para perto dos dois mil milhões de euros, o calçado continua a calcorrear caminho. Os Estados Unidos são agora a porta para continuar a internacionalizar.
Quando uma indústria se autointitula “a mais sexy da Europa”, algo mudou. Luís Onofre ou Carlos Santos são hoje a imagem de um setor de calçado que se soube reinventar e assumir-se “sensual” e atrativa. Ambos, ainda que de gerações diferentes, souberem antever o futuro: criaram a sua própria marca, apostaram no estilismo, no design e na criatividade, e hoje vendem sapatos que rondam o valor do salário mínimo nacional: os quinhentos euros. São a fase mais visível de uma indústria que esteve condenada ao fracasso e que hoje é um caso de sucesso.
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