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Jovens Talentos na GDS

Uma vez mais, a última  edição da GDS proporcionou a jovens talentos da indústria de calçado a oportunidade de participarem numa das feiras mais importantes do setor. Buenos Aires, Hugo Costa, Nelson Oliveira e Rutz já são “caras” conhecidas do certame. A eles juntaram-se quatro novas marcas estreantes na GDS: Bluf Shoes, LayeShoes & Stuff, Lourenzo Loubão. O Jornal da APICCAPS foi falar com os Young Talents da GDS e conhecer os seus planos para o futuro.
1)      Como se iniciou a ligação ao sector do calçado?
2)      O que distingue a vossa marca no mercado?
3)      Como avaliam a presença na GDS? Que portas conseguiram abrir?
4) Que expectativas tem em relação ao futuro?


Lourenzo Lobão

1.Em janeiro de 2013 foi-me diagnosticado um problema de saúde. Quando comecei a recuperar, comecei a desenhar aos fins-de-semana como passatempo e como terapia.

Comecei a achar piada a alguns dos desenhos e decidi tentar produzir algumas das peças. Inicialmente comecei por desenhar peças de mobiliário para as quais ainda pedi propostas de orçamentos (até hoje ainda não me entregaram qualquer proposta). Durante as minhas férias grandes (em setembro de 2013), desenhei, entre outras peças, carteiras de senhora. Como não tinha qualquer conhecimento nesta área (pois sou licenciado em engenharia civil pela FEUP), tive de procurar por alguém que soubesse fazer carteiras em pele. Não foi nada fácil, mas encontrei uma senhora do Porto (que trabalha em marroquinaria há mais de 50 anos) que me abriu as portas da sua pequena fábrica.

Parti do zero e julgo que consegui desenvolver um trabalho bom e com qualidade. Não tem sido nada fácil, mas está a ser uma nova experiencia na minha vida através da qual me tenho desafiado a mim mesmo.
 
 2. As características principais das minhas carteiras são o design original (da minha autoria) e a qualidade das peles.
 
3. A GDS foi a minha primeira experiencia fora de Portugal. Ainda que esta feira esteja orientada, sobretudo, para o calçado, julgo que representei bem Portugal, juntamente com os outros colegas que também tinham projetos jovens. Trouxe alguns contatos e algumas sugestões. Também achei curioso, pois consegui perceber quais eram os modelos preferidos e as peles preferidas das pessoas.
 
4. Estou agora a tentar entrar no mercado, sendo o principal objetivo atingir o mercado externo.


Weekend Barber
1)      Sempre estive ligada ao calçado, ainda que não diretamente, pois toda a minha família teve atividade profissional na área, e eu completo a 3º geração ligada ao setor. Foi uma decisão tomada em 2012, para dar continuidade a um projeto de família, inspirado nos meus avôs.
2)      Essencialmente é o conceito da marca. Uma linguagem depurada e cuidado na escolha dos materiais, para que o resultado seja um produto com identidade própria.
3)       A presença na GDS foi uma boa experiência para a marca. Estivemos ao lado de marcas com mais projeção no mercado e conseguimos ter uma boa perspetiva de como funciona uma feira do tamanho da GDS. Conseguimos também uma maior interação com outros profissionais do setor e concretizar novas vendas.
4)      Queremos continuar a investir na expansão da Weekend Barber. A exportação é o principal caminho.


Bluf Shoes

1) A ligação ao calçado iniciou-se muito cedo, pois é um negócio que está presente na família há largos anos, além da vontade de fazer algo diferente e criar uma marca própria, motivou a iniciação neste sector.

2) A irreverência e o carácter muito feminino. Nasce no mercado para mulheres com carisma, que sabem o que querem e marcam sempre uma posição forte no espaço onde estão.

3) Foi positiva. Apesar da Bluf ser uma marca muito nova e ter sido a primeira participação em feiras, valorizamos a oportunidade de podermos estar entre os melhores aliado à conquista de experiência. Claro que a notoriedade não se consegue de uma dia para o outro mas já tivemos contactos na sequência da GDS, o que nos parece bastante positivo.

4) A intenção de internacionalizar a Bluf Shoes, crescer nos mercados em que o nosso produto de insere, o feedback positivo que recebemos diariamente, são fatores que nos permitem olhar para o futuro com boas expectativas, num mercado em ascensão.

Fonte: Jornal APICCAPS,set2014

Data:2014-10-16    Visualizações: 1742


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