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Presidente da República visita CEI

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, visitou no dia 13 de outubro a CEI – Companhia de Equipamentos Industriais, no âmbito de mais uma jornada do Roteiro para uma Economia Dinâmica.
O caracter inovador  aliado ao potencial de crescimento desta empresa, especialista no desenvolvimento de sistemas de corte para sectores do calçado e rochas ornamentais, permitiu que esta fosse escolhida para incorporar o roteiro, que segundo a Presidência da República, integrava empresas "essencialmente exportadoras", que  têm como estratégia de afirmação a "especialização em nicho de produto e serviço" e "todas são grandes empregadores com um peso decisivo no emprego à escala local" e com impacto "no crescimento económico".

Deste roteiro fizeram parte, além da CEI, o Laboratório Edol, as pedreiras Solancis, o Centro Equestre Internacional de Alfeizerão e a empresa de automação industrial JPM.

No final das visitas, o chefe de Estado felicitou todas as empresas e reconheceu que “temos empresas na área industrial, com gestores de uma nova geração, que apostam na investigação e inovação, exportando uma percentagem elevada e com grande potencial de crescimento",  afirmando ter " grande confiança no futuro do país e na  capacidade de penetrar em novos mercados".

CEI aposta na ID&T para crescer

Nos últimos anos a CEI tem crescido de forma sustentada e com uma estratégia muito bem definida, focada na orientação para as necessidades dos clientes e uma aposta intensiva na inovação e na ID&T, para a qual a canaliza uma grande parte das suas receitas anuais. Em média a CEI investe cerca de 10% do seu volume de vendas em ID&T, privilegiando processos de fertilização cruzada e de partilha ativa de know-how entre setores, nomeadamente calçado e rochas ornamentais, a partir de parcerias permanentes com entidades do Sistema Cientifico e tecnológico nacionais.

A inovação está no seio deste empresa, que é pioneira na juncão das 2 tecnologias: Jato de água e disco diamantado no mesmo equipamento, a CEI tem uma das patentes da stoneJET, um equipamento que permite reduzir em 60% o tempo de preparação de corte e eliminar o desperdício de materiais irregulares em 20% .

Fundada em 1995, a CEI destaca-se pela produção e comercialização de equipamentos industriais, tecnologicamente evoluídos e inovadores em áreas como: corte por jato de água , equipamentos com tecnologia laser, maquinação e corte de ferramentas diamantadas, equipamentos de controlo de qualidade, software, eletrónica e robótica.
A grande versatilidade da empresa permite produzir equipamentos para os mais diversos sectores de atividade, com grande destaque para a indústria do calçado e para a indústria das pedras ornamentais, restauração, automóvel, metalomecânica, naval e cerâmica.

Com forte vocação exportadora, o grupo CEI (Cei, Zipor e Inocam) com sede em São João da Madeira, gere as suas operações diretamente ou em modelo joint-venture a partir de 13 países. O grupo exporta atualmente para mais de 50 países, nos quais já foram instalados cerca de 2000 equipamentos.

E para o Futuro?
Por ocasião da visita do Presidente da Republica à empresa, os representantes da CEI apresentaram alguns dos projetos que têm previstos para os próximos 10 anos, que têm como principal objetivo: "continuar a crescer, adquirir dimensão por forma a colocar a empresa  no patamar das cinco principais empresas de bens de equipamento do mundo , para os setores do calçado e rochas ornamentais".

Em carteira estão alguns projetos para concretizar num futuro próximo, nomeadamente: aumentar a capacidade de produção em Portugal com a abertura de uma nova fábrica, já em 2015; continuar a investir em ID&T e orientar esses trabalhos para equipamentos que produzam em escala encomendas unitárias, com especial destaque para os setores do calçado e rochas ornamentais (ambos produzem hoje encomendas unitárias e em escala, e por essa flexibilidade vêm as suas exportações a crescer ano após ano); reforçar parcerias com os atuais clientes, com o desenvolvimento de soluções à medida das necessidades de cada empresa de forma a fideliza-los; entrar na economia do mar , com um sistema revolucionário de corte por jato de água, para exploração de recursos naturais no fundo do mar e off-hore enginnering e apoiar formação de quadros especializados em novas tecnologias que possam responder às necessidades das empresas, através de parcerias com entidades de formação profissional e superior.



Fonte: ctcp

Data:2014-10-15    Visualizações: 2101


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